MP apura exploração irregular e desmatamento em fazendas de Bonito

Fazendas de Bonito são investigadas por exploração ambiental irregular Ministério Público de Mato Grosso do Sul O Ministério Público de Mato Grosso do Su...

MP apura exploração irregular e desmatamento em fazendas de Bonito
MP apura exploração irregular e desmatamento em fazendas de Bonito (Foto: Reprodução)

Fazendas de Bonito são investigadas por exploração ambiental irregular Ministério Público de Mato Grosso do Sul O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) abriu um inquérito civil para investigar suspeitas de exploração irregular de áreas rurais e desmatamento em fazendas localizadas em Bonito (MS). A apuração está sendo conduzida pela 2ª Promotoria de Justiça do município. De acordo com os documentos do procedimento, uma empresa teria explorado de forma irregular cerca de 11,65 hectares e realizado corte raso em outros 5,93 hectares de vegetação, tudo isso sem autorização do órgão ambiental competente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Além de possíveis punições nas esferas cível e administrativa, o caso também pode configurar crime ambiental, já que envolve destruição de vegetação e exploração sem licenciamento, inclusive em áreas que podem ser de preservação permanente. No inquérito, o MP estabeleceu prazos para que a empresa apresente informações e documentos. Entre eles estão o Cadastro Ambiental Rural (CAR), a matrícula atualizada das propriedades e dados sobre eventuais programas de regularização ambiental. O órgão também quer saber se há interesse em resolver a situação de forma consensual, por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O Ministério Público ainda solicitou informações a outros órgãos, como o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e a Polícia Militar Ambiental, para detalhar os impactos ambientais e verificar se a legislação foi cumprida. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo os autos, já foram aplicadas multas ambientais: R$ 3,6 mil pela exploração irregular da área; R$ 6 mil pelo corte raso de vegetação. Essas penalidades não descartam outras medidas, como a obrigação de reparar os danos causados ao meio ambiente. Após a análise de todas as informações, o inquérito pode resultar na assinatura de um TAC, no ajuizamento de uma ação civil pública ou no arquivamento do procedimento. Veja vídeos Mato Grosso do Sul: