A cidade que vai dar leite e queijo para 120 mil alunos, idosos e famílias

Lei foi sancionada nesta terça-feira (14), em Campo Grande. Reprodução Campo Grande passa a contar com um programa de suplementação alimentar com leite e d...

A cidade que vai dar leite e queijo para 120 mil alunos, idosos e famílias
A cidade que vai dar leite e queijo para 120 mil alunos, idosos e famílias (Foto: Reprodução)

Lei foi sancionada nesta terça-feira (14), em Campo Grande. Reprodução Campo Grande passa a contar com um programa de suplementação alimentar com leite e derivados frescos. A lei foi sancionada nesta terça-feira (14) e já está em vigor. A iniciativa prevê a distribuição de leite fresco e derivados para alunos da rede municipal, idosos atendidos em centros de convivência, pacientes das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e famílias em situação de vulnerabilidade social. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Segundo a lei, o programa pode atender até 110 mil estudantes, cerca de 5 mil idosos e pacientes, além de outras 5 mil famílias cadastradas em programas assistenciais. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O objetivo é reforçar a alimentação com nutrientes como cálcio e proteínas, ajudando no desenvolvimento de crianças e na recuperação nutricional de idosos e pacientes. A proposta também busca garantir segurança alimentar para famílias em situação de vulnerabilidade. Além do impacto social, a medida também pretende movimentar a economia local. Apenas laticínios instalados em Campo Grande poderão fornecer os produtos, e a política prevê incentivo direto a produtores de leite da região. Como será a distribuição Entre os itens distribuídos estão leite pasteurizado, iogurtes, bebidas lácteas e queijos frescos. A lei proíbe a compra de leite do tipo UHT, conhecido como longa vida, priorizando alimentos frescos. Também está prevista a inclusão de mel de abelha como alternativa ao açúcar. A execução do programa será feita por meio de parcerias entre a prefeitura, cooperativas e associações de produtores, responsáveis pela intermediação e pelo repasse dos recursos, mediante comprovação da entrega dos produtos. Os valores pagos aos produtores terão como base um índice nacional, com acréscimo de bônus para incentivar a produção local. Já os laticínios receberão pelo processamento, transporte e distribuição dos alimentos. A prefeitura ainda deve definir detalhes como fiscalização, controle de qualidade e forma de distribuição. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul